quinta-feira, 2 de março de 2017

Cloud pós crash do S3

Acredito que os especialista de Cloud e Recuperação de Desastre vão concordar comigo, mas uma falha com a repotada  do S3 AWS requer uma reflexão. 


Quando se fala em comunicação, que é minha praia, fala-se que não pode parar e redundância é a palavra de ordem que direciona as soluções nas empresas. 


Acreditamos que redundância não fica apenas nas contratações de dois Links e dois roteadores, vai muito mais alem, passa pela redundância do acesso, pelo meio de acesso dos links (aéreo, terrestre), operadora distintas, por onde passa os links, as fibras,  as rotas distintas entre operadoras, quais são as rotas físicas e lógicas internas do backbone da operadora, que ruas, pontes e postes e quais equipamentos por onde passam  fim-a-fim... 


Uma coisa é certa: Não pode existir ponto comum de falha!


Não podemos abrir mão da Disponibilidade, este é o principal objeto de contratação de serviço!


Disponibilidade tem seu preço, o grau de redundância deve ser medido pelo efeito que a indisponibilidade faz ao negócio!


Um ambiente de alta disponibilidade e tolerante a falhas custa caro, mas pode fazer a diferença para o resultado do negócio!


Assim, acredito que as regras devem ser semelhantes quando se fala numa solução Cloud o grau de redundância deve ser considerado para a definição da solução a ser usada, deve ir mais além da simples redundância de Data Center e dos acessos dos links comunicação. Deve ir desde a tecnologia usada, até mesmo quantas soluções Cloud devem ser usadas.




Acredito que a discursão pós falha do S3 vai ser em tornos de uma abordagem de multicloud com múltiplos fornecedores para prover a redundância necessária para garantir disponibilidade!


Multicloud com múltiplos fornecedores vai ser tema constante nas empresas.


Quem estiver bem posicionado para ser redundante e conviver com múltiplas soluções, sairá na frente!


Qual sua opinião?


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