domingo, 30 de agosto de 2015

É preciso fortalecer nossos Nerds

Sem dúvida, investir em ciência e tecnologia é a melhor forma de fortalecer a economia a longo prazo. Também é a garantia de fortalecer a continuidade das inovação disruptivas com DNA verde e amarelo.

É preciso fortalecer nossos cientistas, nossos Nerds,  com ações e DINHEIRO AGORA, para assegurar a independência no futuro, sem isso os "gringos" vão continuar levando nosso capital intelectual!

MCTI negocia 'resgate' de US$ 2,5 bilhões do BID para a ciência brasileira

REPORTAGEM ESPECIAL_CRISE NA CIÊNCIA (Parte 2 de 2): Dinheiro viria como empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), ao longo de seis anos. Acordo ainda precisa de aval do Ministério do Planejamento e do Congresso Nacional.
Para ler a primeira parte da reportagem, clique aqui: REPORTAGEM ESPECIAL_CRISE NA CIÊNCIA (Parte 1)

Emília Curi, secretária-executiva do MCTI. Foto: Ascom/MCTI
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) está negociando um empréstimo de US$ 2,5 bilhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para resgatar a ciência brasileira do estado de penúria gerado pela perda de receitas do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
O banco já concordou com o empréstimo, distribuído ao longo de seis anos, mas o acordo ainda precisa ser aprovado pelo Ministério do Planejamento e pelo Senado. "Esse financiamento significa a expansão, consolidação e articulação do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação, com impacto amplo em todo setor, incluindo as universidades, os institutos de pesquisas e as empresas", diz o MCTI.
"A expectativa é ter tudo aprovado ainda neste ano, para começar a executar os recursos no ano que vem", disse ao Estado a secretária-executiva do ministério, Emília Curi. "O retorno disso seria imediato para o País."
Entre outras coisas, o empréstimo permitiria ressuscitar o edital dos novos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), de R$ 640 milhões, cuja execução está ameaçada pela falta de recursos. A implementação dos projetos estava prevista para começar em abril, mas o julgamento das propostas nem foi concluído ainda.
Entre mortos e feridos, estamos respirando" - Emília Curi, secretária-executiva do MCTI
"É um dinheiro nobre, para uma causa nobre, que vai ajudar a movimentar a economia", diz o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), o matemático Jacob Palis, que está acompanhando o processo — e torcendo para que ele dê certo. Ele lembra que o programa que antecedeu os INCTs, chamado Institutos do Milênio, nasceu de um empréstimo do Banco Mundial, no início dos anos 2000. "O momento é muito difícil, mas não perdemos a esperança."
Com relação ao uso de recursos do FNDCT para o programa Ciência sem Fronteiras, Emília disse que já há um acordo com o Ministério do Planejamento para que isso não ocorra mais a partir de 2016. Também já é quase certo que as Organizações Sociais (OS) serão retiradas do fundo — com exceção daquelas que têm relação direta com ciência e tecnologia.
Segundo Emília, o ministro Aldo Rebelo está se empenhando para limpar o fundo desses "desvios". O valor disponível (livre de contingenciamento) no fundo para o MCTI em 2016, segundo ela, será de R$ 1,044 bilhão. "Entre mortos e feridos, estamos respirando", afirma.
FUNDO SOCIAL
Para tapar o buraco deixado no FNDCT pelo esvaziamento do Fundo Setorial do Petróleo (CT-Petro) e garantir uma fonte mais perene de recursos, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) estão pleiteando à presidente Dilma Rousseff que metade dos royalties destinados ao novo Fundo Social do Pré-Sal sejam aplicados em ciência e tecnologia (além da outra metade, que já está reservada para investimentos em saúde e educação).
"Em defesa de nosso pleito, consideramos que entre as demais áreas estratégicas citadas (na lei do Fundo Social), o meio ambiente, e a mitigação e adaptação às mudanças climáticas estão diretamente associadas a investimentos em CT&I. Ademais, os avanços contínuos na ciência e tecnologia trazem as ferramentas necessárias à inclusão social a nível global e regional tão cara a seu governo", dizem as entidades, em uma carta aberta endereçada à presidente no final de julho. Os cientistas lembram que, não fosse por investimentos em ciência e tecnologia, o Brasil jamais teria sido capaz de encontrar e explorar essas ricas reservas de óleo do pré-sal para começo de conversa.
A ciência brasileira está sendo penalizada, com sérios prejuízos para a continuidade de projetos" – Luiz Davidovich, físico da UFRJ e diretor da ABC
Investir em ciência e tecnologia, segundo os pesquisadores, é a melhor forma de fortalecer a economia a longo prazo, contra crises deste tipo.
"Após o desenvolvimento da ciência brasileira experimentado nos últimos anos, olhado com admiração pela imprensa internacional e pela comunidade acadêmica e empresarial de outros países, como exemplo a ser seguido, é frustrante perceber que a estratégia para superar a crise atual, que não acomoda uma visão de longo prazo, pode reverter o progresso acentuado da ciência brasileira ocorrido nas últimas décadas", diz o físico Luiz Davidovich, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretor da ABC, em um comentário enviado ao Estado para a reportagem.
"Países  como China, Coréia do Sul e Finlândia, entre outros, têm enfrentado crises econômicas com reforço, e não corte, do financiamento à ciência e à inovação", afirma Davidovich. "Fazem isso de modo a garantir, a médio e longo prazo, uma superação sustentável da crise através de mudanças estruturais. De fato, a história mostra que a inovação disruptiva provocada por descobertas científicas tem garantido o desenvolvimento sustentável e o protagonismo das nações que estimulam a ciência."
…..
ENTREVISTA: LUIS FERNANDES, presidente da Finep
A Finep, agência de inovação do MCTI, também empenhada em recompor o FNDCT, segundo o seu presidente, Luis Fernandes. Abaixo, a entrevista que ele concedeu ao Estado por email:
Como os ajustes fiscais estão impactando o financiamento da ciência no Brasil?
A Finep é solidária ao ajuste fiscal e entende que o financiamento à inovação tem papel fundamental na retomada do crescimento do País. A saída do ajuste deve ser combinada com uma reforma profunda, que torne o Estado mais coeso e eficiente na promoção da inovação empresarial. A Finep tem capacidade singular de combinação e integração de instrumentos que confere à empresa função indelével na promoção do desenvolvimento nacional.
Qual o impacto da "drenagem" de recursos do CT-Petro para a ciência brasileira?
O CT-Petro é, historicamente, a principal fonte de arrecadação do FNDCT. A partir de 2014, a maior parte dos recursos que abasteciam o CT-Petro foram transferidos para o Fundo Social do Pré-sal, e, com isso, a arrecadação caiu de R$ 1,4 bilhão em 2013 para R$ 140 milhões no ano seguinte. Essa transferência foi alvo de uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade)*, que questiona a legalidade da iniciativa, e, por isso, está suspensa. Estamos fazendo gestões dentro do Governo para garantir que estes recursos continuem fluindo para o FNDCT até que seja tomada uma decisão final de encerramento da fonte ou não. Outra ação dentro da estratégia para recuperar o FNDCT é tentar captar recursos oriundos dos 50% do Fundo Social do Pré-sal que ainda não foram regulamentados. A negociação está avançando e estamos otimistas que seja possível. Então, mesmo que haja, para o futuro, a interrupção da fonte do CT-Petro, isso poderá ser substituído com a regulamentação do Fundo Social.
(*A Adin em questão foi movida pelos governos estaduais do RJ e ES, em 2013, no Supremo Tribunal Federal.)
Quais são as estratégias da Finep para superar esse momento difícil de escassez de recursos?
Com o FNDCT recomposto, poderemos aumentar os recursos a fundo perdido e fortalecer a subvenção econômica, instituída em 2004 com a criação da Lei da Inovação.  A subvenção econômica é o instrumento de apoio financeiro mais nobre do País, pois consiste na aplicação de recursos públicos não reembolsáveis diretamente em empresas, compartilhando os riscos inerentes à inovação. Este instrumento é estratégico em projetos que envolvam riscos tecnológicos. Outro dispositivo que ganhará força com a linha de equalização do FNDCT será a concessão de empréstimos com juros baixos para empresas que queiram inovar, também fundamentais neste mesmo segmento. Com ações como essas conseguiremos estimular a inovação no setor empresarial.  


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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

#UBER - Taxista em extinção.

UBER SE PREPARA PARA PRODUZIR CARROS QUE DIRIGEM SOZINHOS

A polêmica mundialmente levantada acelera o futuro no presente.

Interessada na tecnologia, empresa deve fechar parceria com a Universidade do Arizona para produzir carros que dispensam motoristas


VEJA TAMBÉM:


terça-feira, 25 de agosto de 2015

Brazil nurtures its own mini Silicon Valley-like clusters | The Next Silicon Valley

Brazil nurtures its own mini Silicon Valley-like clusters | The Next Silicon Valley
Brazil nurtures its own mini Silicon Valley-like clusters
Unicamp
Unicamp

The Latin America innovation and entrepreneurship ecosystem is now regularly appearing in the global mainstream media, with headlines like The Next Great Startup Will Be A 'Unicornio' and Top VCs Are Chasing Digital Companies In Latin America. As TechCrunch states in its article, "Successful digital entrepreneurs have channeled the ubiquitous penetration of social and mobile technologies to drive growth for their companies. It should speak volumes that São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires and Bogotá individually surpass New York City in terms of Facebook, Skype or WhatsApp subscribes and usage."
Silicon Valley de BrasilI have seen this for myself in Brazil in particular, where I have been working with local businesses and startups since 2011. Some of the entrepreneurs I first met four years have already had successful exits in the digital media space. The wider region covering Brazil, Argentina and Mexico itself has around 600 million people, with only two languages (Spanish and Portuguese), giving companies a more homogenous market opportunity than say Europe where there are multiple languages. This provides economies of scale for more rapid growth, especially in the digital and social media sector.
In Brazil, the country is vast and tech clusters have emerged in recent years across the country – from the north, with Porto Digital in Recife, to the south in Porto Alegre; of course in between there are many clusters in Sao Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianopolis, and Curitiba.
But the origins of Brazil's Silicon Valley clusters go much further back than this, with places like Campinas in the state of Sao Paulo and Santa Rita do Sapucai in the state of Minas Gerais.
Campinas



Campinas in particular is often referred to as Brazil's Silicon Valley. Many research institutes, tech parks, incubators and probably over 30 of the world's top 100 tech companies are located here. One of the many research institutes located here is CPqD – which claims to be the largest ICT R&D program in Latin America, commercializing software solutions, licensing technologies to industries and creating companies. It has worked on cutting edge developments focused on several areas including optical communications, mobile communications and wireless networks, IP platforms, sensor networks, information security and smart grid.
CPqD was created in 1976 as a telecom research and development center for Telebras, the then government-owned company with monopoly rights over all public telecom services in Brazil. In 1998, after Telebras was privatized, CPqD became a private-law corporation, broadening the scope of its activities and opening up new markets.
Santa Rita do Sapucaí
The technology origin of the city of Santa Rita do Sapucaí, currently considered one of the main hubs for the electronics industry in Brazil, dates back to 1959, when a local citizen named Luzia Rennó Moreira created the first technical education institute for electronics in Latin America. According to TechinBrazil, Santa Rita do Sapucaí is now home to 153 companies, which are responsible for 14 thousand employees housed in the city and surrounding areas.
The city presents a strong culture for entrepreneurship, encouraged early in schools, resulting in the creation of several incubation projects each year. The local industry had revenue of Brazilian Reais 3 billion in 2014, generated by the products manufactured for several segments of technology industry. The companies export their products to more than 40 countries around the world.
Porto Alegre
As mentioned, many other tech clusters are flourishing around Brazil now. For example, in the south of the country in Porto Alegre, the science and technology park at PUCRS (TECNOPUC) has just launched a new initiative, Startup Garage, to help entrepreneurs turn good ideas into successful businesses. Startup Garage, a business modelling programme run by the park's "Raiar" incubator, provides an opportunity for students, professors and researchers at the PUCRS University Campus to 'transform their ideas into reality' according to their press release.
Leandro Pompermaier of TECNOPUC said, "We know that many people have ideas, but few ideas can become business. There are several reasons to make it happen, but a major risk is the lack of preparation of the entrepreneur. Validating ideas that can turn into promising businesses is one of the great challenges of innovation and entrepreneurial ecosystems, especially when related to the community of students and researchers at a given university. Startup Garage helps people who have ideas and do not have the knowledge of the tools needed to validate their hypotheses and turn them into sustainable businesses."
Given the heightened interest in Brazil – with the previous high growth that the Brazilian economy witnessed, and despite its flat growth in the last year – there have been many Silicon Valley (USA) based investors and accelerators traveling to Brazil and investing there and the wider region in Latin America. One of the challenges in the past, according to a conversation I had with one of the US-based founders of Floripatech (a business accelerator in Florianopolis) about three years ago, was that it was difficult to get Brazilian startups to come out of the mindset they had in public service jobs, and instil more of an entrepreneurial attitude to developing their business. But that is now slowly changing as entrepreneurs in Brazil make their own successes despite the public sector bureaucracy around them.


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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Cloud & IoT & Wi-Fi Free - A corrida do ouro


Fifty million Wi-Fi hotspots - and what to do with them | Claus Hetting | LinkedIn


Segue matéria bastante interessante, que fortalece a tese de que estamos caminhado para a era do Wi-Fi Grátis. A informações só reforça o entendimento que a floresta já está plantada e chegaremos lá em muito menos tempo do que se imagina, até mesmo antes que os projetos do Google e FaceBook decolem. 

O acesso Wi-Fi Grátis será que nem o ar que respiramos, vai atender a necessidades básicas  do ser "humano" da era digital (Adicional  à Maslow).

O próximo passo será a disponibilização grátis dos dispositivos móveis e sensores (IoT) por empresas  que tenham o interesse  de ter o monopólios das minas de rastro digital, para serem "garimpados" e produzir riquezas, repetindo de forma similar à corrida do ouro.


Segue a matéria. 


sábado, 22 de agosto de 2015

#Cloud e #IoT - Uma relação simbiótica


Recomendo a leitura do artigo:


Concordo com o pensamentos de que será  impossível ver IoT e Clound, esses dois paradigmas tecnológicos, de forma independentes, um do outro.

Concordo também que a Internet das coisas vai transformar todos os serviços em nuvem no mercado hoje e a existência de um ecossistema de serviços de nuvem forte será determinante para a evolução. 

Boa leitura !

VEJA TAMBÉM:




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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

UBER - NETFLIX - WHATSAPP - REGULAMENTAÇÃO DISRUPTIVA


Este post tem objetivo de provocar debate em relação ao impacto gerado nas empresas e na sociedade quando as inovações transformam as relações e costumes.T

Para contexto, estaremos considerando a matéria publicada pelo Estadão,  Ministro diz que Netflix e WhatsApp precisam ser alvo de regulamentação.

Na minha leitura, o que estamos vendo é uma tentativa  de fazer "reserva de mercadopara garantir a sobrevivência (lucro) das empresas de telecomunicações e emissoras de TV, sem que elas realizem novos investimentos e busquem novas opções para atender a sociedade de forma justa e que produzam novos postos de trabalho.

Vamos lembrar de algumas situações que a sociedade enfrenta e algumas rupturas ao longo do tempo:

Quantas municípios  no país  não vem sendo atendidos adequadamente pela infraestrutura de comunicação que permita a modernização e progresso da sociedade? 

Quantas emissoras locais de Rádio e  TV simplesmente desapareceram ou passaram a ser apenas repetidoras de programação ? 

As locadoras de vídeo que existiam antes dos canais fechados e on demand, alguém viu algum movimento para manter-las funcionando ?

As salas de cinema que fecharam nas cidades do interior, que eram os únicos meios que levavam o entretenimento e cinema, alguém viu algum movimento também?

E para os provedores de acesso à internet que foram exterminados depois que foram liberados os acessos de banda larga xdsl?

Quantas  posições de trabalho deixaram de existir nestas localidade e nas unificações da operadoras, alguma coisa foi feita para repor?

Nada! Nada foi feito contra as rupturas provocadas pelas empresas de telecomunicações e emissoras de TV.

Nada foi feito  e nem por isso foi maléfico para a sociedade,  apesar das perdas enfrentadas pelos empresários,  a sociedade transformou, desenvolveu, passou a ter acesso a mais informações, mais conhecimento, mais possibilidades, mais oportunidades, mais conscientização e inúmeros outros benefícios.

A competição do mercado fecha empresas e fortalece outras...

...É a lei de mercado ! 

Da mesma forma, quantas vezes vimos alguém questionando produtores de programas como: BBB, A fazenda, Fantasia, Criança esperança e outros programas de TV que saturam as redes de comunicação ( telefonia/internet) ?... Ninguém né?  

Esses programas são de interesses próprios, tem  público e patrocinadores gerando receita importantes para elas.  

Já testemunhei central de atendimento  não receber ligação de seus clientes simplesmente porque o cliente não conseguia completar a ligação por congestionamento provocado por programa de TV à tarde. E não recordo de nada ter sido feito em prol da sociedade.

Agora, a ruptura vai contra os interesses destas mesmas empresas e elas  insistem com essa "ladainha" !

Francamente... 

É a lei de mercado !

Concluído, estas empresas precisam se reinventar, o modelo de negócio atual não é compatível para uma sociedade nova, com novos modelos, que compartilha e não aceita imposição de produtos. 

Não será a reserva de mercado, "travestida" de regulamentação, que vai garantir a continuidade das empresas.

A regulamentação não pode ser casuística, tendenciosa, muito menos que facilite a formação  de Cartel e crie meios de "dinheiro fácil".

A regulamentação deve partir das relações empresariais, no máximo o governo deve ser um interlocutor que busque o interesse da sociedade e não de grupos empresariais seja lá de qual lado que esteja.

A regulamentação, com argumento de reter a riqueza no país e gerar novos postos de trabalho, não pode ser traduzida em mais barreira para as empresas. 

A leitura adequada é que a regulamentação deve ser disruptiva também, deve ser de forma inversa as que estão querendo desenhar, para isso é necessário uma regulamentação inteligente, que ao invés de afastar, crie meios para trazer CORE das empresas para o território brasileiro, isso sim, cabe ao governo viabilizar. É hora de abrir os Portos novamente !

O que não  pode é  negar  à sociedade de ter acesso a mais cultura, mais  comunicação, mais tecnologia e demais facilidades que se tornou possível depois da internet.

As empresas conhecem mais que ninguém a lei de Moore  https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Moore e precisam correr e deixar de mimimis!

Aos que sentem o peso da  concorrência deste mundo dos APPs, 3 dicas para  reflexão que podem dar resultado satisfatório: 

Se não pode vencer a concorrência, alie-se a ela;

Inovar é criar algo que vai acabar com a sua empresa, como ela é hoje. Faça você antes que os outros façam; 

Nativos digital, são dependente de APPs, não crie dificuldades, você é descartável, eles não;

VEJAM TAMBÉM:











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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Tô de Olho !



Quantas pessoas nasceram no mesmo dia que você?

Quantas pessoas nasceram no mesmo dia que você? Ferramenta tem a resposta - Notícias - Tecnologia

Esta questão é respondida pelo site http://population.io, que além da curiosidade provocada pelo UOL, fornece algumas informações demográficas Interessante e a expectativa de vida com base na data de nascimento e local onde vive.

Bom Proveito !

Segue matéria originalmente publicada pelo UOL.

Quantas pessoas nasceram no mesmo dia que você? Ferramenta tem a resposta

  • Reprodução
Você já parou para pensar quantas pessoas nasceram exatamente no mesmo dia que você? Com apenas um clique é possível descobrir esse número e muito mais informações na ferramenta interativa population.io.
Com base nos dados demográficos da Organização das Nações Unidas (ONU) e do estudo de Perspectivas da População Mundial (2012), a plataforma não só aponta a quantidade de pessoas que nasceram em uma determinada data, bem como qual é a nacionalidade de cada uma delas. 
Reprodução
Basta informar a data, o mês e o ano do seu nascimento, além do país e do sexo, e apertar o botão "Go". Em poucos segundos, a desejada resposta aparece, juntamente com a sua posição em relação ao resto da população mundial. Ou seja, o número de pessoas que nasceram antes e depois de você.
É possível ainda ter uma estimativa de quanto tempo você irá viver, com base na expectativa de vida da sua terra natal. Ou ainda ter uma noção de como seria sua vida se houvesse nascido em outro país. 
Reprodução
Todas as informações estão em inglês ou em espanhol, mas não é preciso dominar os idiomas para conseguir entender os resultados --acompanhados de muitos gráficos e imagens. A navegabilidade é bastante simples e intuitiva.
O population.io conta com a colaboração do Banco Mundial. 


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domingo, 16 de agosto de 2015

#Cloud beyond the Clouds - Google Loon

  


Matéria originalmente publicada pelo Estadão divulga o avanço do projeto Google Loon, que pretende  levar internet aos quatros cantos do mundo. 

Já já, o que era só uma visão no futuro vai ser coisa do passado.

Segue matéria 

Sri Lanka será conectado por balões do Google




/EFE
15/08/2015 | 02h01    

O Sri Lanka deverá ser o primeiro país completamente conectado à internet através dos balões do projeto Loon, do Google, um sistema que permitirá que o acesso à web chegue a todos os confins da ilha, a convertendo em um território completamente conectado com o resto do planeta.

Em 28 de julho o governo do Sri Lanka e o Google assinaram um acordo e esperam que o projeto esteja em pleno funcionamento em menos de um ano.





Outras Notícias

"Agora que estabelecemos os termos para o trabalho e os desenvolvimentos, nos reuniremos com todas as operadoras de telecomunicação para discutir as modalidades de serviços que elas devem prestar à população", disse o diretor executivo da Agência de Informação, Comunicação e Tecnologia do Sri Lanka , Muhanthan Canagey.
O diretor assinalou que a infraestrutura estará pronta até 31 de dezembro de 2015 e que a rede completa deve estar disponível em 31 de março de 2016.
Os balões que serão utilizados no sistema serão lançados dos EUA e da Austrália.
O Google lançou o projeto "Loon" como uma proposta para levar internet a todos os cantos do planeta, criando um sistema de balões que flutuam na estratosfera no dobro da altura das rotas aeronáuticas e acima das mudanças na atmosfera.
Na estratosfera há muitas camadas que fazem variar a direção e a velocidade dos ventos, indicou o Google ao explicar o funcionamento do sistema.
Os balões vão onde for necessário, subindo ou descendo de camada para se deslocar na direção desejada e aproveitando o movimento dos ventos.
"Em poucos meses poderemos dizer verdadeiramente: o Sri Lanka está coberto", declarou o ministro das Relações Exteriores, Mangala Samaraweera, no momento do lançamento do projeto.
/EFE


E você, qual sua opinião sobre o assunto ? 

O que será das populações depois de terem acesso a este novo mundo ?

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sábado, 15 de agosto de 2015

Mundo, vida, momentos - Maravilhas da felicidade

O mundo é maravilhoso, a vida é maravilhosa, cada  momento é uma dádiva que deve ser aproveitado com todos os exageros pertinentes. Nesta vida, nada é por acaso, aproveite todas essas maravilhas  com intensidade e seja felicidade !

Curta o vídeo abaixo:


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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

#Cloud - A Era da Nuvem

Cloud Computing é um termo relativamente novo, o conceito de partilha de recursos através de uma rede - essencialmente acessá-los a partir da nuvem - tem uma história de muito mais tempo. 

Quem tem curiosidade e interesse de conhecer um pouco desta história, deve fazer a leitura do link abaixo.


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terça-feira, 11 de agosto de 2015

#UBER - Taxista - Uma profissão em extinção?



UBER no futuro (5 anos ?) estará  operando sem a necessidade de motorista, isso mesmo, os carros não tripulados já são realidades e para torna-se corriqueiro é apenas uma questão de tempo e investimento.

Será opção de escolha na hora de chamar um transporte se você deseja ser atendido com ou sem motorista.

Até mesmos os frotistas, que exploram os taxistas avulsos, terão acesso a esta tecnologia farão uso sem cerimônia.

Então o taxista é uma profissão em extinção

A resposta é Sim. No modelo atual fica evidente que é obsoleto, seja pelas amarras regulatórias, pela qualidade do serviço prestado ou pela pressão por opção de menor custo. 

Os novos modelos precisam de fiscalização? Sim, principalmente nos repasse para os motoristas e as remessas dos lucros para o exterior, porque não pode haver  "sonegação" e ausência de benefício para sociedade local.

Os taxistas precisam se preparar para  migrar de profissão, certamente para serviços personalizados, turismo e serviço de motoristas particular compartilhado, algo semelhante ao "médico de família".

As locadoras de vídeos, onde foram parar os profissionais? 

Os datilógrafos?
Não vai ficar por aí! Muitas outras serão extintas e novas surgirão!

Os motoboys se preparem, serão os próximos. Os serviços  de drones compartilhados serão os "culpados" pela extinção  deles. Mas isso vamos tratar em outro post oportunamente.

Não tem outro caminho! É entender o tamanho desta transformação e encontrar como tirar proveito da economia digital-social-compartilhada que está batendo a sua porta!.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

#Cloud beyond the Clouds - Qual o futuro que nos espera?

A ameaça é bem maior que os simples APPs que migram tráfegos analógicos para tráfego digitais. 
O buraco é bem mais em baixo, quer dizer, o risco vem das alturas e vão contra o negócio delas no Atacado. 
As Teles  precisam e devem se reinventar ao invés de ficarem se preocupando com WhatsApp.


As  infraestruturas que estão sendo desenvolvidas pelo Google, Facebook, OneWeb e O3B são as verdadeiras ameaças para as Teles, sem falar do direcionamento da Apple e Google para atuar como operadoras.

Se as Teles não estiverem pensando estrategicamente neste contexto, em menos de 5 anos estaremos novamente escutando as mesmas ladainhas de seus CEOs: regulamentação, ilegalidade, pirataria e tudo que é desculpa para desviar atenção por cometerem o erro estratégico de insistir num modelo de negócio obsoleto, inadequado para uma realidade digital-social-compartilhada. 

Para maiores informações do futuro que nos espera, acessem os links abaixo:
Qual sua opinião sobre o assunto ?


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