quinta-feira, 24 de junho de 2010

O problema não é meu !

Qualquer semelhança é mera coincidência. Será ?

Ou será uma estratégia para sobrepor o interesse individual independente do interesse coletivo ?

Só sei que me parece cada vez mais comum em qualquer lugar !

Um bom motivo para reflexão.

Não pode rir !

Esperando o que ?


"Nossas possibilidades vão além de nossos próprios limites e imaginação."

Igmar Dornelas

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Brazilian baby dancing samba

Para se divertir um pouco !

Estejam prontos! Vem aí a Geração Z…


Vale a pena a leitura do artigo abaixo

Ele Complementa o que já postamos aqui.

Compartilha com vc o conhecimento da evolução humana, comportamental e seus conflitos.

Este é um assunto que tenho muito interesse. Contribuam com mais indicações de artigos sobre o assunto.


Boa leitura!

Estejam prontos! Vem aí a Geração Z…




IDFM

sábado, 19 de junho de 2010

Um dia direi !

Pode anotar ai no seu Moleskine.


O universo conspira por mim.

Tudo segue o rumo certo, mesmo com alguns obstaculos segue...

Não poderá ser diferente! Era para ser exatamente com esta sendo!

O que seria esta caminhada sem uma PCCP - Parceira, Companheira Cumprice de Primeira! Sem igual! Motivo de meu orgulho e realização!

Por isso eu tenho certeza que Um dia direi:

Vi veri veniversum vivus vici


"pelo poder da verdade, eu, enquanto vivo, conquistei o universo".

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

O Rei está Nu !

Se você é inteligente, então GRITE !

Segue texto originalmente postado por Tadeu Nogueira em http://camocimonline.blogspot.com/2009/02/o-rei-esta-nu.html

Apesar de longo, vale a pena a leitura e reflexão.

Semelhança com fatos reais, de seu cotidiano ou não, é mera coincidência! ... ou seria por sobrevivência?

Voce já esteve diante de situações selhantes ?

Já te deixaram nu ?

Não deixe de comentar !

Segue o texto

O REI ESTÁ NU

Havia um Rei muito egocêntrico que adorava roupas bonitas. Esse Rei enviava emissários por todo o país com a missão de comprar roupas diferentes. Os seus guarda-roupas estavam entulhados com ternos, sapatos, gravatas de todas as cores e estilos. Eram tantas as suas roupas que ele estava muito triste porque seus emissários já não encontravam novidades.

Dois espertalhões ouviram falar do gosto do Rei pelas roupas e viram nisso uma oportunidade de enriquecerem às custas da vaidade da Majestade. A vaidade torna bobas as pessoas e elas passam a acreditar nos elogios dos bajuladores.

Pois os dois espertalhões foram até o palácio real e anunciaram-se na portaria, apresentando o seu cartão de visitas: “Doutor Joselino e Doutor Valerino, especialistas em tecidos mágicos.”

O Rei já havia ouvido falar de tecidos de todos os tipos, mas nunca ouvira falar de tecidos mágicos. Ficou curioso. Ordenou que os dois fossem trazidos à sua presença.

“Falem-me sobre o tecido mágico”, ordenou o Rei. Um dos espertalhões, o mais loquaz, se pôs a falar. “Majestade, diferente de todos os tecidos comuns, o tecido que nós tecemos é mágico porque somente as pessoas inteligentes podem vê-lo. Vestindo um terno feito com esse tecido Vossa Majestade será cercado apenas por pessoas inteligentes, pois somente elas o verão...”

O Rei ficou encantado e imediatamente contratou os dois espertalhões, oferecendo-lhes um amplo aposento onde poderiam montar os seus teares e tecer o tecido que só os inteligentes poderiam ver.

Alguns dias depois o Rei mandou chamar o Ministro da Educação e ordenou-lhe que fosse examinar o tecido. O Ministro dirigiu-se ao aposento onde os tecelões estavam trabalhando.

“Veja, excelência, a beleza do tecido”, disseram eles com a mãos estendidas. O Ministro da Educação não viu coisa alguma e entrou em pânico. “Meu Deus, eu não vejo o tecido, logo sou burro...” Resolveu, então, fazer de conta que era inteligente e começou a elogiar o tecido como sendo o mais belo que havia visto.

“Majestade”, relatou o Ministro da Educação ao rei, “o tecido é incomparável, maravilhoso. De fato os tecelões são verdadeiras magos!” O rei ficou muito feliz.

Passados mais dois dias ele convocou o Ministro da Saúde e ordenou-lhe que examinasse o tecido. Aconteceu a mesma coisa. Ele não viu coisa alguma. “ Meu Deus”, ele disse, “ não sou inteligente. O Ministro da Educação viu e eu não estou vendo...” Resolveu adotar a mesma tática do Ministro da Educação e fez de conta que estava vendo. O Rei ficou muito feliz com o seu relatório. E assim aconteceu com todos os outros Ministros. Até que o Rei resolveu pessoalmente ver o tecido maravilhoso. Mas, como os Ministros, ele não viu coisa alguma porque nada havia para ser visto. Aí ele pensou: “Os Ministros da Educação, da Saúde, das Finanças, da Cultura, do Turismo viram. São inteligentes. Mas eu não vejo nada! Sou burro. Não posso deixar que eles saibam da minha burrice porque pode ser que tal conhecimento venha a desestabilizar o meu governo...”

O Rei, então, entregou-se a elogios entusiasmados ao tecido que não existia.

O cerimonial do palácio determinou então que deveria haver uma grande festa para que todos vissem o rei em suas novas roupas. E todos ficaram sabendo que somente os inteligentes as veriam, dessa forma convidaram todos os cidadãos para a solenidade.
No dia do evento, a cidade engalanada, bandeiras por todos os lados, bandas de música, as ruas cheias, tocaram os clarins e ouviu-se uma voz pelos alto-falantes:

“Cidadãos do nosso país! Dentro de poucos instantes a sua inteligência será colocada à prova. O Rei vai desfilar usando a roupa que só os inteligentes podem ver.”

Canhões dispararam uma salva de 10 tiros. Rufaram os tambores. Abriram-se os portões do palácio e o Rei marchou vestido com a sua roupa nova.

Foi aquele ooh! de espanto. Todos ficaram maravilhados. Como era linda a roupa do Rei! Todos eram inteligentes.

No alto de uma árvore estava um menino a quem não haviam explicado as propriedades mágicas da roupa do Rei. Ele olhou, não viu roupa nenhuma, viu o Rei pelado, ficou indignado com tanta hipocrisia e não se conteve. Deu um grito que a multidão inteira ouviu:

“O Rei está nu!”


Foi aquele espanto. Um silêncio profundo. E uma gargalhada mais ruidosa que a salva de artilharia. É que o menino fez o que todos estavam com vontade de fazer, mas tinham receio porque o Rei poderia não gostar e mandar punir a quem se atrevesse, mas nesse momento não teve mais como conter e todos os presentes gritaram também: “ O Rei está nu, o Rei está nu...”

O Rei tratou de tapar as partes com as mãos e voltou correndo para dentro do palácio.

Quanto aos espertalhões, já estavam longe e haviam transferido os milhões que haviam ganho para um paraíso fiscal...”

Adaptação da estória “O Rei Nu”, de Hans Christian Andersen.

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Hoje é um dia especial

Hoje é um dia especial.

O video abaixo por se só já demontra o quanto é especial!

Hoje o universo esta dando Parabéns para pessoa mais importante pra mim!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Soteropolitano - Você sabia?

Vocês sabem o significado de Soteropolitano, certo? Mas qual a origem desta palavra.

O que ela tem haver com Salvador ?




As pessoas nascidas lá deveriam ser Salvadorenses, certo?

Mas é isso mesmo que significa, pelo menos é o que diz a Wikipédia, a enciclopédia livre:

Soteropolitano é o gentílico usado para o indivíduo que nasce em Salvador no estado da Bahia (até ai eu já sabia, agora vem a origem), o nome vem do grego após a tradução da cidade de Salvador para Soterópolis (cidade de Salvador). A partir dalí veio o gentílico.

Você sabia ? Eu não!

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terça-feira, 1 de junho de 2010

Você sabe o que é uma tautologia?

Segue mensagem recebida por e-mail que considerei interessante e vale a pena a leitura.

Wikipedia: A tautologia (do grego τατολογία) é , na retórica, um termo ou texto que expressa a mesma idéia de formas diferentes. Como um vício de linguagem pode ser considerada um sinônimo de pleonasmo ou redundância. A origem do termo vem de do grego tautó, que significa "o mesmo", mais logos, que significa "assunto". Portanto, tautologia é dizer sempre a mesma coisa em termos diferentes.

Segue o texto:

Você sabe o que é uma tautologia?

É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:


- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exacta
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito.

Note que todas essas repetições são dispensáveis.


Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.


Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias.

Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.

Verifique se não está caindo nesta armadilha.

IDFM